VOCÊ CONHECE O BUDA E A PESTE? ENTÃO VAMOS JUNTAR AS DUAS PALAVRAS E CONHECER BUDAPESTE.
Uma das cidades mais belas da Europa, Budapeste fica às margens do rio
Danúbio e abriga monumentos tombados como Patrimônio Histórico da
Humanidade. A arquitetura de seus castelos, basílicas e casas de banho
encanta os visitantes, assim como as opções de compras e restaurantes,
que estão à altura do centro financeiro em que a cidade se converteu.
Não tão turística como Praga ou intocável como
Viena, a capital da Hungria é uma fascinante cidade de contrastes, por
entre ruelas e edifícios históricos de uma dimensão inimaginável,
polvilhados com cúpulas, pormenores coloridos e muita paprica. Budapeste
é, por isso, uma grande capital europeia com muito para oferecer e cuja
cultura, certamente, vai se apaixonar. há duas teorias para a origem
do nome. Uma diz que Buda vem de Bleda, o irmão de Átila, rei dos Hunos.
A outra é que vem de uma palavra eslava que significa água (e seria a
tradução de Aquincun, o nome que os romanos deram ao lugar por causa de
suas fontes termais). Já Peste vem de uma palavra eslava que significa
caverna ou fogo (provavelmente onde eram os acampamentos originais).
Localizada na Europa Central, nas margens do extenso rio Danúbio,
Budapeste nem sempre foi o que é hoje. Os primeiros registos de
povoamento remontam ao Paleolítico, mas foi o Império Romano que fundou a
primeira cidade nesta zona de curva e estreitamento do rio, um dos mais
importantes “caminhos” comerciais da História da Europa. A região foi
depois ocupada por Godos, Lombardos, Ávaros e, finalmente,
os
Magiares, que chegaram à região no Séc. IX. Budapeste não era ainda uma
cidade conjunta nem havia qualquer ponte fixa sobre o rio. A primeira
dinastia húngara não tinha capital, pelo que foi Béla IV que mandou
construir um castelo na colina que hoje é Buda. A nova capital do reino
prosperou e cresceu sob o domínio de Mátyás Corvinus, no Séc. XV.
Entretanto, foi quase totalmente destruída pelos turcos do Império
Otomano.
quarta-feira, 18 de março de 2015
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário